Família Ramalho

Júlia Ramalho (Maria Júlia Oliveira Mota Esteves, n.1946, Galegos, Barcelos) começou a trabalhar o barro com apenas 10 anos, dando continuidade ao trabalho da avó, Rosa Ramalho. Pelo estatuto cultural estabelecido, sem equivalente entre os seus pares, pode muito justamente ser reconhecida como a mais digna representante da actual arte popular portuguesa por todo o território nacional e além-fronteiras.

António Ramalho (António Manuel da Mota Ferreira, n.1969, Galegos, Barcelos), filho de Júlia e bisneto de Rosa, tem apresentado nos últimos anos um trabalho cada vez mais singular e original. Dotado do génio criativo visionário da sua bisavó, vai experimentando novas técnicas e progressivamente desenvolvendo as suas próprias figuras, enquanto ajuda a mãe na produção das peças desta.

 Júlia Ramalho (Maria Júlia Oliveira Mota Esteves, b.1946, Galegos, Barcelos) began to model clay from an early age of 10 continuing the work of her grandmother, Rosa Ramalho. Her a cultural status, without equivalent in her peers, makes Júlia Ramalho the most dignified representative of portuguese folk art throughout the national territory and beyond.

António Ramalho (António Manuel da Mota Ferreira, b.1969, Galegos, Barcelos), son of Júlia and great-grandson of Rosa, has presented in the last few years a very original and singular body of work. Endowed with the visionary creative genius of his great-grandmother, he has been experimenting new techniques and progressively developing his own figures, while helping his mother produce her pieces.

 

Cruzes Canhoto – Arte Bruta, Primitiva e Popular
11/2016

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